questão da volta às aulas presenciais virou cabo de guerra em Minas Gerais e na capital. De um lado, pais de alunos – e também parte dos professores – pedem o retorno, enquanto sindicatos que representam trabalhadores do setor puxam a corda para o lado oposto. Um dia após o Comitê Municipal de Enfrentamento à COVID-19 de Belo Horizonte resolver esperar mais uma semana – e observar os indicadores da pandemia na cidade – para decidir se vai ou não liberar a reabertura das escolas da capital, pais de alunos de instituições particulares organizaram um novo protesto. Desta vez, sem coroas fúnebres, usadas na quarta-feira por profissionais da rede municipal de ensino da capital contrários à volta. O grupo de pais foi às portas de diversos estabelecimentos da cidade pendurar uniformes escolares e pregar cartazes com críticas ao prefeito Alexandre Kalil (PSD). Na Assembleia Legislativa, entidades representativas de professores criticaram os protocolos para volta às aulas divulgados pelo governo do estado e afirmam que não há condições para a retomada.

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